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Terça-feira, 14 de Abril 2026

Notícias/Saúde

Vinte e nove óbitos por covid-19 registrados em janeiro no Brasil

Das 163 mortes por síndromes respiratórias agudas graves no início do ano, a maioria teve causa viral não identificada.

Vinte e nove óbitos por covid-19 registrados em janeiro no Brasil
© Fernando Frazão/Agência Brasil
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Pelo menos 29 pessoas no Brasil perderam a vida em janeiro deste ano devido a complicações decorrentes da covid-19, conforme dados do informativo Vigilância das Síndromes Gripais. Este número posiciona o Sars-CoV-2 como o vírus mais letal entre os identificados no período para a população brasileira. É importante ressaltar que os dados podem ser atualizados, uma vez que diversas investigações sobre as causas dos falecimentos ainda estão em andamento ou aguardam finalização.

Entre as 163 mortes atribuídas a Síndromes Respiratórias Agudas Graves (SRAG) nas primeiras quatro semanas do ano, um total de 117 não teve seu agente viral principal determinado, evidenciando uma lacuna na identificação etiológica.

A doença mais fatal, com os 29 casos já mencionados, foi a covid-19. Em seguida, figuraram a Influenza A H3N2 e o Rinovírus, ambos com sete ocorrências. A Influenza A não subtipada foi responsável por seis mortes no mesmo período.

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Vírus

Outros vírus, como H1N1, Influenza B e VSR, foram associados a cinco óbitos combinados. No total, 4.587 casos de SRAG, incluindo aqueles sem desfecho fatal, foram contabilizados no período, dos quais 3.373 não tiveram o vírus causador identificado. O estado de São Paulo liderou em número de mortes confirmadas, com 15 falecimentos entre 140 casos registrados.

A faixa etária mais afetada pelos óbitos foi a de idosos com mais de 65 anos, totalizando 108 vítimas. Especificamente entre os casos com Sars-CoV-2 identificado, 19 eram indivíduos acima dessa idade. Os dados de cobertura vacinal, contudo, apontam para níveis abaixo do ideal.

Desde 2024, a vacina contra a covid-19 foi incorporada ao calendário básico de imunização para três grupos prioritários: crianças, idosos e gestantes.

Adicionalmente, indivíduos pertencentes a grupos especiais são orientados a buscar reforços periódicos. No entanto, a adesão a este cronograma de vacinação tem se mostrado um desafio considerável no Brasil.

Vacinas

A cobertura vacinal, por sua vez, está distante das metas desejadas. Em 2025, das dez doses distribuídas pelo Ministério da Saúde a estados e municípios, menos de quatro foram efetivamente aplicadas. No total, 21,9 milhões de vacinas foram disponibilizadas, mas apenas oito milhões foram utilizadas.

Dados da plataforma Infogripe, mantida pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), que monitora a incidência de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), revelam que, no ano de 2025, pelo menos 10.410 pessoas desenvolveram quadros graves após infecção por coronavírus, resultando em aproximadamente 1,7 mil mortes.

FONTE/CRÉDITOS: Guilherme Jeronymo, Repórter da Agência Brasil
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